segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A Economia e os “Eike Batistas”...

E o  Brasil? Foi junto!... 

Não é papel do estado criar emprego, seu papel é criar política e incentivar produção de bens e serviços, que irão gerar desenvolvimento econômico, de onde se originam as células de emprego retroalimentadoras da economia. Esse estado nunca deve ser gerador de vagas, ao contrário, quanto menos cria-las, menos servirá de “cabide de emprego”, recursos estes que devem ser alocados na economia.
Ao estado cabe, somente, regular as inter-relações entre produção-comércio-serviço-consumidor, nunca esquecendo de que nenhum gestor, público ou não, tem o poder de consolidar a Economia, poderá, no máximo, conduzi-la... ...pois seus fenômenos são orgânicos, variáveis, inconstantes e, redundantemente, autônomos-outodeterminantes.
Mas existe um porem nessas relações. Se os gestores da ordem econômica não se derem conta de que devem brecar o “parasitismo” exercido pelos “Eike Batistas” através da especulação sem eficácia, que não produz bens, estarão renunciando ao objeto do seu papel econômico e nos encaminhando, não só ao caos econômico, mas também ao social.

Que isso sirva de alerta, pois a sociedade é a responsável e precisa responder pelos erros que comete em seus negócios e pelos agentes que escolhe para geri-los!
           
Delmar Fontoura
 

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